A noite toda a espera do rabecão. A demora na remoção de cadáveres virou pratica comum.
É um absurdo o que acontece quando morre alguém em São Francisco de Itabapoana. Ontem, o corpo de Fabiano Crisanto, morto a tiros na Rua da Jaca 2 em SFI, permaneceu no quintal da casa onde fora executado, das 23 horas até por volta das 4 horas da madrugada quando chegou o rabecão do Instituto Médico Legal. O corpo ficou sob a chuva insistente apenas coberto por um plástico preto. E a família, dentro de casa aguardando o perito e o rabecão. É lamentável tudo isso. Alguma providência tem que ser tomada pelo governo do Estado para que haja uma remoção rápida do cadáver. É o mínimo que se exige. Chega de falta de respeito e consideração do Estado para com os moradores da nossa Região. É triste e constrangedor conviver com esse descaso.
