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segunda-feira, 6 de julho de 2015

Comunidade quilombola de Barrinha recebe visita da equipe da CEASA-RIO e Consultora da FAO

Programa objetiva fomentar a agricultura familiar e promover o acesso à alimentação.
  

A Comunidade Quilombola de Barrinha, através da representante da comunidade, Lídia de Barrinha, recebeu na última quinta-feira (02/07), a consultora do Ministério Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e da FAO, Ilka Correia, que veio juntamente com uma equipe do CEASA-RIO comandada pelo chefe do Setor de Abastecimento Social da Ceasa, Roberto Willemen para falar sobre o projeto PAA-Programa de Aquisição de Alimentos com Doação Simultânea.

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O objetivo da visita foi informar aos agricultores familiares da Comunidade de Barrinha que as comunidades Quilombolas, assim como os assentados da reforma agrária, quilombolas, indígenas e mulheres, fazem parte do público prioritário, do Programa de Aquisição de Alimentos com Doação Simultânea.

A Consultora da FAO, Ilka Correia, falou aos presentes que o objetivo do programa é fomentar a agricultura familiar e promover o acesso à alimentação.

— O programa compra alimentos de pequenos agricultores com recursos do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) para serem doados a instituições socioassistenciais. Com o PAA, o produtor tem a garantia de venda de seus produtos por um preço justo. Isso incentiva a produção e até a diversificação das lavouras, em um processo diferenciado de incentivo à agricultura familiar — disse.

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Na oportunidade, o chefe do Setor de Abastecimento Social da Ceasa, Roberto Willemen, disse que para se cadastrar, os produtores precisam apresentar Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Desenvolvimento da Agricultura Familiar (Pronaf), a DAP, e talão de notas fiscais.

— Cada agricultor tem direito de comercializar até R$ 6,5 mil ao ano (com pagamento em conta benefício do Banco do Brasil feito pelo MDS). O valor de cada mercadoria será referência para os 12 meses de vigência do PAA, sendo calculado pela média aritmética anual de três empresas atacadistas — informa.

Os produtos (cerca de 50 itens de hortifrutigranjeiros, queijo, mel de abelha e pescado), a quantidade e a frequência de entrega (semanal ou mensal) estão definidos no termo de adesão, com os produtores deixando as mercadorias nas unidades do Banco de Alimentos mais próximas de suas lavouras (Rio de Janeiro, São Gonçalo, Nova Friburgo, Paty do Alferes, Itaocara ou São José de Ubá).


Participaram também da reunião o Biólogo, Tiago Leite, o extensionista  da Emater-Rio , Marcelo Erbas e membros da comunidade de Barrinha.

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