Outro elemento suspeito está foragido; crime aconteceu na
madrugada de segunda-feira, 26
quinta-feira, 29 de novembro de 2018
Associação do Macuco se prepara para eleições
Até sexta-feira, 30/11, são aceitos novos associados que
poderão votar e ser votado
quarta-feira, 28 de novembro de 2018
terça-feira, 27 de novembro de 2018
Barbárie: grávida de 23 anos assassinada em Conselheiro Josino
Vítima estava na companhia dos filhos e pediu para que
crianças não fossem mortas
segunda-feira, 26 de novembro de 2018
domingo, 25 de novembro de 2018
Quatro feridos em três acidentes envolvendo moto neste sábado em SFI
Em um dos acidentes, jovem motociclista ficou em estado grave
Câmera de segurança flagrou um dos acidentes. No vídeo é possível ver o momento em que um pedestre é atropelado por moto no Centro de SFI – Assista no Canal do VNOTÍCIA:
sábado, 24 de novembro de 2018
sexta-feira, 23 de novembro de 2018
quarta-feira, 21 de novembro de 2018
segunda-feira, 19 de novembro de 2018
sexta-feira, 16 de novembro de 2018
quinta-feira, 15 de novembro de 2018
quarta-feira, 14 de novembro de 2018
terça-feira, 13 de novembro de 2018
TJ-RJ: liminar favorável a Pedrinho não suspende decisão do TCE-RJ
"Análise das contas de Pedrinho deve seguir
normalmente na Câmara Municipal", afirma procurador
sexta-feira, 9 de novembro de 2018
quinta-feira, 8 de novembro de 2018
Momento para reajuste salarial do STF é inoportuno, diz Marco Aurélio
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio
Mello comentou hoje (8) o reajuste de 16,38% no salário dos ministros da Corte,
aprovado na tarde de ontem (7) pelo Senado, e reconheceu não se tratar de
melhor momento para a medida, embora se trate de uma “revisão” de inflação e
não aumento, conforme frisou.
O projeto aprovado nesta quarta-feira tramitava no Congresso
desde 2016, quando foi aprovado na Câmara. Ao assumir a presidência do Supremo,
em setembro daquele ano, a ministra Cármen Lúcia decidiu que não era momento
oportuno para o aumento, o que adiou a votação no Senado.
“Se já não era oportuno em 2016, hoje, com a situação
econômica, financeira da União e dos Estados, muito menos”, afirmou Marco
Aurélio, antes da sessão plenária do Supremo. Ele, no entanto, defendeu que se
trata de uma reposição de perdas inflacionárias referentes ao período entre
2009 e 2014.
Questionado sobre se aprovar o aumento em período de alto
desemprego não seria inadequado, Marco Aurélio respondeu: “Não vamos parar o
Brasil porque ele está numa situação difícil econômica e financeira. Mas as
instituições precisam continuar funcionando”.
Ontem, o mesmo argumento de reposição inflacionária foi
utilizado pelo presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, e repetido nesta
quarta pelo ministro Ricardo Lewandowski: “Nós temos uma defasagem e ela [a
reposição] cobre uma parte dessa defasagem dos vencimentos dos juízes em
relação à inflação”, disse Lewandowski.
Abordados, os demais ministros evitaram fazer comentários.
Para a ministra Rosa Weber, quem deve responder sobre o assunto é Toffoli.
Somente Celso de Mello, em breve declaração, lembrou ter sido voto vencido na sessão
administrativa ocorrida em agosto, que aprovou a inclusão do reajuste no
orçamento do Judiciário.
Naquela ocasião, a inclusão do reajuste no orçamento foi
aprovada por 7 votos a 4. Além de Celso de Mello, votaram contra o aumento os
ministros Edson Fachin, Rosa Weber e Cármen Lúcia.
Auxílio-moradia
Marco Aurélio argumentou que não há previsão em lei para o
pagamento de auxílio-moradia a magistrados, hoje no valor de R$ 4,3 mil,
indicando que o benefício deve ser retirado.
Nesta quarta, Toffoli declarou que uma vez aprovado o
aumento nos salários dos magistrados, o tema do auxílio-moradia deve ser
“enfrentado” pelo Supremo. O relator das ações que tratam do assunto, ministro
Luiz Fux, não quis responder sobre o tema. Um assessor dele manteve a imprensa
à distância.
Por força de uma liminar [decisão liminar] concedida por Fux
em 2014, todos os magistrados brasileiros recebem hoje o auxílio-moradia, mesmo
que possuam residência própria na localidade em que trabalham.
Fonte: Agência Brasil
MPF e PF fazem operação e prendem mais sete deputados estaduais no Rio
Em ação conjunta realizada hoje
(8), o Ministério Público Federal no estado e a Polícia Federal ampliaram as
investigações sobre a atuação de parlamentares fluminenses e prenderam mais
sete deputados, além de funcionários lotados do Palácio Guanabara e no
Departamento de Trânsito (Detran) do estado, que tem o atual presidente
Leonardo Silva Jacob e seu antecessor Vinicius Faraj foragidos.
A Operação Furna da Onça é um
desdobramento da Operação Cadeia Velha, que levou à prisão duas das principais
lideranças políticas do estado: os ex-presidentes da Assembleia Legislativa do
Rio de Janeiro (Alerj) Jorge Picciani e Paulo Melo, que tiveram novamente
pedidos de prisão expedidos. Outro que foi preso na Operação Cadeia Velha e
recebeu nova ordem de prisão foi o deputado Edson Albertassi.
A ação foi desencadeada para
investigar a participação de deputados estaduais do Rio de Janeiro em esquema
de corrupção, lavagem de dinheiro e loteamento de cargos públicos e mão de obra
terceirizada, principalmente no Detran/RJ.
Objetivo
A operação de hoje teve como
objetivo o cumprimento de 22 mandados de prisão (19 temporárias e três
preventivas, referentes aos réus da Cadeia Velha) e 47 de busca e apreensão,
todos expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) depois de decisão
unânime de cinco desembargadores federais que compõem a 1ª Seção.
Os deputados são investigados por
uso da Alerj a serviço de interesses da organização criminosa do ex-governador
Sérgio Cabral (MDB), que, em troca, pagava propina mensal (“mensalinho”)
durante seu segundo mandato (2011-2014), que chegou a movimentar R$ 54,5
milhões.
Segundo as investigações do
Ministério Público, a propina resultava do sobrepreço de contratos estaduais e
federais. Além de Cabral, tinham função de comando na organização investigada,
os ex-presidentes da Alerj Jorge Picciani e Paulo Melo, o primeiro em prisão
domiciliar e o segundo atualmente recluso em Bangu em decorrência da Operação
Cadeia Velha e que foram alvo de novos pedidos de prisão.
Propinolândia
O procurador-regional da
República Carlos Aguiar foi enfático ao ressaltar que o esquema funcionava
desde a administração do ex-governador Sérgio Cabral, que cumpre prisão no
Complexo Penitenciário de Bangu. Segundo ele, “a Alerj se tornou uma verdadeira
propinolândia”.
“Esse modelo de fisiologismo, de
loteamento de cargos, vem da época do ex-governador, vigora até hoje e se
replicou nessas eleições. É inegável que alguns dos que foram reeleitos para a
nova legislatura se valeram desse esquema”, afirmou.
Segundo Aguiar, “o que se percebe
é que existe dentro do Rio de Janeiro um grupo que se apossou da Alerj, e as
investigações demonstraram que esses personagens lotearam o estado do Rio para
viabilizar a execução dos seus interesses políticos.
Um dos alvos da operação foi o
secretário estadual de governo, Affonso Monnerat, apontado como o elo entre a
Alerj e o Palácio Guanabara. O esquema, voltado para a compra de votos na
Alerj, chegou a movimentar R$ 54,5 milhões entre 2011 e 2014, que eram
destinados ao pagamento de ‘mensalinhos’ a deputados que votassem de acordo com
os interesses do governo.
Lista de presos
Entre os dez deputados envolvidos
nas investigações e que tiveram suas prisões decretadas está André Correa
(DEM), reeleito para mais um mandato, ex-secretário do Meio Ambiente e que
atualmente pleiteia a presidência da Assembleia Legislativa do estado.
Consta ainda da decisão, os nomes
dos deputados Marcos Abrahão (Avante), Marcelo Simão (PP), Luiz Martins (PDT) e
Marcos Vinícius Neskau (PTB), todos reeleitos e presos nesta quinta-feira, além
de Chiquinho da Mangueira (PSC), também reeleito e que teria recebido R$ 3
milhões, parte dos quais teria sido usado para patrocinar o desfile da escola
de samba Mangueira, em 2014, da qual é presidente. Outro preso foi o deputado
Coronel Jairo, que não foi reeleito.
Segundo nota divulgada pelo MPF,
o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) concordou com a argumentação de
que as prisões e as buscas e apreensões se fizeram necessárias “para
interromper condutas como a ocultação da origem ilícita dos valores pagos aos
deputados estaduais”. Ainda segundo o texto, “outra justificativa dos mandados
judiciais foi o alto poder e a capilaridade dos esquemas criminosos sob
investigação, que envolvem a cúpula da Alerj com ramificações em vários órgãos
estaduais”.
“As investigações contam uma
história: a de como o ex-governador neutralizou, com propina e outras vantagens
ilícitas, o controle que os deputados estaduais deveriam exercer sobre o
Executivo, e, com isso, a organização criminosa se espalhou por vários órgãos e
entidades do estado, provocando o sucateamento dos serviços prestados à
população”, afirma o texto.
As investigações, que incluem
relatos de colaboradores corroborados por provas independentes colhidas pelo
MPF e pela PF, apontaram que o “mensalinho” e os “prêmios” eram pagos a
deputados como contrapartida por votos em favor de projetos de lei de interesse
da organização e por atuações contra o avanço de comissões parlamentares de
inquérito (CPIs), entre outros serviços.
Detran
Também são alvos da operação, o
secretário de Governo, Affonso Monnerat; o presidente do Detran/RJ, Leonardo
Silva Jacob; e seu antecessor Vinícius Farah, recém-eleito deputado federal
pelo MDB. Eles são investigados pela distribuição de outro tipo de vantagem
ilícita: cargos públicos e vagas de trabalho em empresas fornecedoras de mão de
obra terceirizada, principalmente para o Detran.
Segundo o MPF, os deputados
repartiam os postos do Detran de acordo com suas áreas de influência política,
para indicarem os nomeados. Essas indicações viabilizavam a ingerência desses
políticos sobre o Detran local, possibilitando desenvolverem seus próprios
esquemas criminosos. Monnerat foi alvo de prisão por ter aparecido em conversas
telefônicas e em planilhas encontradas na Operação Cadeia Velha como
intermediador de indicações políticas de mão de obra terceirizada.
As interceptações telefônicas
revelaram que, por meio das indicações, tanto os deputados como seus assessores
intermediavam, por exemplo, o reagendamento de provas de pessoas sem pontuação
mínima para obterem a habilitação, além da liberação, em vistorias, de veículos
em mau estado ou com pendências. Também foi descoberto o uso, nas últimas
eleições, dessa mão de obra para promoção pessoal dos políticos que concorriam
à reeleição ou seus familiares candidatos.
A operação conjunta foi
denominada Furna da Onça por se tratar do nome de uma sala com localização
estratégica na Alerj usada por deputados para rápidas reuniões durante as
sessões. Na Assembleia, há uma versão de que o nome Furna (toca) da Onça remete
ao uso da sala para as discussões parlamentares mais influentes, nos instantes
finais antes das votações em plenário.
Fonte: Agência Brasil
São Francisco de Itabapoana em estado de alerta por causa das chuvas
Até o próximo domingo, 11/11/2018, deve chover
117 mm em São Francisco de Itabapoana (SFI). A previsão foi passada pela
Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Defesa Civil (Sema) que colocou o
município em estado de alerta.
O secretário municipal de Meio
Ambiente e Defesa Civil, Ilzomar Soares, explicou que o volume de chuva
previsto é comum a partir do início de dezembro, mas foi adiantado devido a uma
convergência de antecipação da região Norte para, a Sudeste. “Estamos em um
período de transição, em que saímos da estiagem para o ciclo das águas. Para o
próximo mês, por exemplo, estão previstos 160 mm”, esclareceu.
A Sema está monitorando os
efeitos da chuva nas regiões mais baixas, como a localidade de Imburi, como
também nos rios que cortam SFI. De acordo com o órgão, a situação atual é de
normalidade.
Quanto a situação no litoral,
Soares informou que o último boletim meteorológico apontava possibilidade de
ressaca com ondas de até 2,5 metros até terça-feira (13). Ele reiterou que os
pescadores devem ficar atentos aos alertas e avisos emitidos pela Marinha.
Em caso de emergência, a
população deve entrar em contato com o órgão através dos seguintes telefones:
199, 2789-1837 ou 98161-6713.
Monitoramento — Após parceria com
o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), a
Prefeitura de SFI acompanha desde agosto os índices pluviométricos no município
através de duas estações — uma em Fazendinha e outra em Barra do Itabapoana. A
população pode acompanhar os dados por meio do “site” da municipalidade.
Ascom SFI
Sobre o site VNOTÍCIA
Olá amigos internautas. Nosso site VNOTÍCIA está em manutenção. Pedimos desculpas aos nossos leitores. Logo estaremos de volta. Att. Paulo Noel e Vinícius Berto, responsáveis pelo SITE.
SFI intensifica vacinação contra febre amarela
A vacinação contra a febre
amarela segue disponível em São Francisco de Itabapoana (SFI). A Secretaria
Municipal de Saúde (SMS) alerta para o fato de o país voltar a registrar casos
da doença e reitera a importância da imunização.
Ao todo, 10 pontos em diversas
localidades do município têm a dose disponível. Atualmente, a vacina está
liberada para toda a população com idade superior anove meses. Maiores de 60
anos também podem tomar, caso não haja orientação médica contrária.
O coordenador do setor de
Imunização da SMS, Cristiano de Souza, destaca que mais de 26 mil pessoas já
receberam a dose em SFI.
“Quem ainda não se vacinou, por
favor, procure a unidade de saúde mais próxima. Esta é maneira mais eficaz de
se prevenir da doença”, afirmou.
Pontos de vacinação — Para se
vacinar, os adultos precisam apresentar o, já as crianças, a Caderneta de
Vacinação. Os moradores podem comparecer em um dos seguintes locais, de segunda
a sexta-feira, entre 8h e 17h: Clínica da Família Germano Barros Delgado, no
Centro; Hospital Municipal Manoel Carola (HMMC), em Ponto de Cacimbas; e as
Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Barra do Itabapoana, Travessão de Barra,
Praça João Pessoa, Guaxindiba, Gargaú, Imburi, Santa Clara e Buena.
Casos — Em 2018, o Estado do Rio
de Janeiro registrou 262 casos de febre amarela silvestre em humanos, conforme
o mais recente Boletim Epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado de
Saúde (SES). Ao todo, foram 84 mortes.
Ascom SFI
quarta-feira, 7 de novembro de 2018
VNOTÍCIA temporariamente fora do ar
Olá amigos internautas. Aqui é o Paulo Noel. Estou comunicando que, temporariamente o nosso site VNOTÍCIA está fora do ar. Estamos providenciando para que volte o mais rápido possível. Pedimos desculpas.
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