
A OMS também recomendou à população que intensifique as
consultas e os exames pré-natal nas gestantes, já que o vírus está diretamente ligado
ao surto de microcefalia no Nordeste do Brasil.
Até o início desta semana, oito países, além do Brasil,
confirmaram a circulação do vírus: Chile, Colômbia, El Salvador, Guatemala,
México, Paraguai, Suriname e Venezuela.
Após o alerta mundial o ministro da Saúde, Marcelo
Castro, destacou que os casos de microcefalia no Brasil são uma emergência de
saúde pública porque são muito graves.
Para o ministro, como a ligação entre o surto de
microcefalia no Nordeste e o zika vírus é uma situação nova, o governo tem
muitos desafios, mas o principal, neste momento, é acabar com os focos do
mosquito transmissor, que se reproduz em períodos específicos do ano.
Outro ponto que o ministro ressaltou é o cuidado entre as
mulheres que estão grávidas ou que pretendem engravidar. Ele recomenda que
façam exames pré-gestação e pré-natal e que os cuidados com o Aedes aegypti
sejam redobrados, inclusive com o uso de roupas que cubram as pernas e
tornozelos e a utilização de repelentes específicos para gestantes.
Agência Brasil
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