
Podem participar os pequenos agricultores com contratos de custeio fechados até a safra passada e de investimentos feitos até agora. O limite de crédito é de até R$ 30 mil com prazo de quitação de 10 anos e carência de 12 meses para o início do pagamento. Os juros serão de 2% ao ano e a taxa de adesão é de 3% do valor do empréstimo.
“Tudo foi pensado de forma a alcançar o maior número de produtores possível”, conta Francisco Albuquerque, coordenador do CMN, Conselho Monetário Nacional.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento Agrário, cerca de 250 mil pequenos agricultores devem aos bancos. “O objetivo é dar possibilidade para que todos os agricultores familiares que tiveram problemas de pagamento no passado, e que continuam tendo algum tipo de problema, possam retomar o crédito, recompor as dívidas, ficar adimplente e voltar a ter crédito”, explica Laudemir Muller, secretário de Agricultura Familiar.
Quem utilizar a linha de crédito vai ter acesso ao Seguro Agrícola e ao programa de Garantia de Preços da Agricultura Familiar.
Da Redação com informações do MDA
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